quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dois Poemas e Uma Solidão

Canto a luz dourada do sol, os cheiros que a brisa traz.
Canto que o vento conta histórias.
E o vento me traz memórias...
Aquelas de grilos e trovoadas,
de chuvas e brincadeiras.
Vou ouvi-lo


Foi no reflexo de um rio,
ao longe,
que vi meu entardecer.
A água se movimentava,
mas a imagem da ponte
era estática.
Era o momento no
movimento.
Eu parado em fluxo.

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