Sou
insensato?
Igor Filipe de Sousa Oliveira
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P
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areço
insensato, quando as verdades espirituais acerca de Deus não são suficientes...
não são suficientes para mudar meu egoísmo, para me tirar da mesmice que a
mentira me colocou, para me tirar dos vícios que me vislumbram. Sou insensato,
quando me dirijo a outros deuses, depois de experimentar a presença
ultrapoderosa de Deus... no Moriá, no Sinai, no deserto... no Calvário.
Sou insensato quando esqueço de
quem é Deus e do que ele pode fazer. Quando ignoro o mundo espiritual e as
hostes do mal nos lugares celestiais, falhando na batalha. Quando pareço...
apenas pareço! Quando deixo de ser, alienando-me de mim mesmo, longe de Deus.
Sou insensato, quando pareço
politicamente correto ou meramente um modelo religioso a se seguir, com o
coração distante, a léguas, de Jesus. Quando não tenho a ÉTICA do Espírito
Santo. Quando perco a sensibilidade de ouvir sussurros de Deus, numa
indiferença tola e patética.
Sou incrivelmente insensato,
quando sou tão irresponsável, a ponto de me tornar absoluto para mim mesmo.
Quando ergo altares outros, para outras coisas... para os elogios, para a
falsidade, para aparência de ser
“santinho”, para o sexo sem Deus, para o adultério, para a fama, para minha
namorada/esposa, para meus filhos, para a ciência, para a religiosidade ritualística,
mecânica e vazia. Quando “adoro” qualquer coisa que tome o lugar do Salvador...
Quando sou um religioso sem Deus,
sacerdote de orgias, quando me ofereço como sacrifício no altar do adultério,
no culto da traição; quando deliberadamente machuco e firo a quem me ama...
minha família. Quando desprezo quem precisa de ajuda, quando falseio o amor com
hipocrisia... Quando coloco uma máscara bem bonita e que esconde a feiura do
pecado. Sou insensato quando aponto dedos sujos de pecado ao meu irmão, em vez
de ajuda-lo.
Sou insensato, quando destilo o
veneno perigoso da fofoca e da falsidade... quando sou uma serpente disfarçado
de devoto. Sou insensato quando imponho pesos, e machuco as costas daquele que
é a imagem de Deus... afirmando tudo isso como “verdades” de Deus. Amargo engano.
Enfim, sou insensato quando viro
as costas para a cruz vazia, no Calvário; quando fujo do vento impetuoso de
pentecostes ou quando me afasto daquela nuvem ou daquele fogo do deserto.
Quando prefiro caminhar, às cegas, nas trevas... à parte de jesus.
“Ó gálatas INSENSATOS! Quem os
enfeitiçou? Não foi diante dos seus olhos que Jesus Cristo foi crucificado?”
(Bíblia Sagrada-Gálatas capítulo 3, versículo 1-NVI)
Apenas um recado do Pai... É
tempo de santidade.

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